Histórias do Camphill

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imagem: Ana Nitzan

por Marcella Marx

Fazia frio. Era dia de trabalho no jardim. Plantando, colhendo, tirando mato e adubando o que seria em breve nosso almoço, jantar e demais refeições. Era um tempo sem desperdícios. O que não era de consumo imediato se transformava em compotas, sucos, geleias e biscoitos. Naquele dia, eu adentrava o maravilhoso mundo do jardim e sua horta e também um outro. Fui, segura de que não podia ser tão difícil assim. Naquele dia, conheci Lew e aprendi na marra que limites existem para não serem invadidos. Faltava-me muito naquele dia, mas o principal era a certeza que tudo caminha ao seu passo – e não necessariamente no meu.
Só quando aprendi a esperar, recebi de Lew um presente. Até hoje o guardo comigo e, quando é preciso, o utilizo para colocar as coisas em sua devida perspectiva.

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