O fator Facebook

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imagem: Cassiano Rodka

por Clarice Casado

Eu não consigo lembrar o que eu fazia nos momentos em que não havia nada a fazer antes de começar a usar o Facebook. Radical, né? Super. Eu não estou falando das clássicas “horas vagas”, não. Nas horas livres, eu ainda passeio e brinco com os meus filhos, faço ginástica, leio um bom livro, vou a restaurantes com o meu marido e com as minhas amigas. Eu estou falando daquelas horas chatinhas em que você tenta, mas realmente não encontra nadinha pra fazer: parada no trânsito, esperando o filho de pé na porta da escola, dentro do elevador lotado que pára em seis andares… Esse tipo de coisinha, sacou?

Pois é, esta crônica vai então para os meus amigos do Facebook, e para todo mundo que aderiu a esse louco vício que é o Face. O FB não escolhe idade, e nem classe social. Não analisa religião, posicionamento político ou orientação sexual. O FB, mesmo com toda essa liberdade, é respeitoso pra caramba. Se há algum tipo de abuso ou desrespeito, podem eles ser reportados à central ou algo assim. Nunca vi abuso algum, ao menos até agora.

O Face, ao contrário do que se pensa, não é apenas mais um brinquedinho cibernético para desocupados. Nada disso. Conheço muita gente ocupada que utiliza o FB regularmente, e nem por isso deixa de trabalhar ou estudar. Afinal, hoje em dia muita gente tem um smartphone ou um tablet ou um laptop. Ou seja, pode-se acessar o FB de qualquer lugar. Qualquer lugar mesmo. E é por isso que ele é a rede social mais popular do mundo: é dinâmica, é constante, gira, como a vida.

O Facebook aproxima quem está distante (e nem precisa ser em cidades diferentes), provê diversão por meio de seus joguinhos, conta histórias e piadas, informa, divulga arte, cinema, entretenimento, curiosidades, reportagens, música, ideias, tudo. Impressiono-me toda vez que ouço alguém falar mal do Facebook: não admito! Quem dá contra é porque não conhece. Há medida para tudo. O FB é apenas mais um tipo de atividade cibernética, da melhor qualidade. E os posts do pessoal no FB são, para mim, como “suspirinhos em voz alta”. E ponto final.

E isso porque ainda nem falei dos “tipos facebuquianos”, grande tema, mas isso fica para a próxima crônica, amigos…!

Enquanto isso, curtam, curtam, like, like and like…!

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